Sobre a Magnetoterapia

O que é a magnetoterapia?

A Magnetoterapia, também conhecida como terapia magnética, é um método antigo, natural e econômico conhecido por nossos ancestrais, utilizado desde então para aliviar dores, restaurar a energia e melhorar o sono.

Com a evolução da tecnologia espacial e computacional, cada vez mais artigos científicos estão sendo publicados relatando experimentos que comprovam sua eficácia no tratamento de inúmeras patologias, tornando-se assim uma grande promessa para o uso de intervenções naturais na restauração de corpo saudável, principalmente nos sistemas ósseo, articular, muscular e vascular, reduzindo assim a necessidade de medicamentos químicos e seus respectivos efeitos colaterais.

Como funciona?

Campo Magnético é a concentração de ondas em torno de uma carga magnética e atuando numa determinada porção do espaço. Ele é provocado por uma corrente elétrica ou gerado naturalmente por um imã. Quando aplicado corretamente e na intensidade certa ao corpo humano, o campo magnético é capaz de restabelecer o funcionamento fisiológico e equilíbrio da energia atuando como um regenerador natural das células do corpo.

Atualmente, a terapia magnética é utilizada como uma opção combate de patologias já instaladas e até mesmo na prevenção de forma profilática para evitar que elas se desenvolvam.

Os campos magnéticos gerados naturalmente pelos imãs afetam o movimento de algumas células e substâncias corporais, como a água, de forma a obter efeitos como diminuição da dor, aumento da regeneração celular ou redução da inflamação.

Os ímãs podem ser inseridos em faixas de tecido, pulseiras, sapatos e outros objetos, de forma a serem mantidos perto do local a tratar. Há também pequenos aparelhos que geram o campo adequado e que são colocados junto da pele, no local de tratamento.

Quais os benefícios?

Devido ao efeito dos campos magnéticos sobre o corpo humano, estudos indicam benefícios como:

  • Analgesia (alívio de dores).
    Alívio rápido da dor, pois estimula a produção de endorfinas, que são substâncias analgésicas naturais;
  • Aceleração metabólica ativando processo anti-inflamatório.
    Diminuição da inflamação, devido ao aumento da circulação e redução do pH do sangue;
  • Aceleração de consolidação de massa óssea (Calcificação de fraturas).
    Aumento da regeneração de células, tecidos e ossos, porque melhora o funcionamento das células;
  • Expansão do fluxo vascular por ativar a circulação e oxigenação do sangue.
    Aumento da circulação sanguínea, uma vez que o campo magnético consegue diminuir a contração dos vasos sanguíneos;
  • Alivio e relaxamento de tensões musculares.
  • Aceleração de cicatrização de feridas e de tecidos moles como tendões e ligamentos.
  • Prevenção do envelhecimento precoce e do surgimento de doenças, pois elimina toxinas que lesam as células e prejudicam a saúde.
  • Melhora da qualidade do sono e diminuição do ronco.
  • Aumento da imunidade do organismo.
  • Restabelecimento do metabolismo natural da pele.

Quando é utilizada?

Esta técnica pode ser utilizada sempre que é necessário e possível acelerar o processo de recuperação. Por exemplo, é muitas vezes utilizada na fisioterapia para ajudar no tratamento de casos de fraturas, osteoporose, lesões nos nervos, artrite reumatoide, tendinite, epicondilite ou osteoartrite.

Além disso, devido ao seu efeito de regeneração celular, a magnetoterapia também pode ser indicada por enfermeiros ou médicos no processo de cicatrização de feridas difíceis, como escaras ou pé diabético.

Quem não deve usar?

Devido a todas as alterações provocadas no organismo, portadores de marca-passos ou equipamentos eletrônicos podem sofrer interferências, portanto não são recomendáveis antes de uma boa avaliação profissional para distinguir quais casos se enquadram. O uso adequado e equilibrado é fundamental para que o paciente tenha segurança e um bom aproveitamento de todos os benefícios dessa terapia.

  • Também é contraindicada nos casos de:
  • Câncer em qualquer parte do corpo;
  • Hipertireoidismo ou funcionamento exagerado das glândulas suprarrenais;
  • Miastenia grave;
  • Hemorragias ativas;
  • Infecções fúngicas ou virais.

Além disso, esta técnica deve ser usada com cuidado em pacientes com convulsões frequentes, arteriosclerose grave, pressão baixa, a fazer tratamento com anticoagulantes ou com transtornos psiquiátricos graves.

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